Box Joanninha, Show de Talentos {Sorteio}

💕 Olá mamães, papais e "gurizada" alegre! 💕
Estamos retomando nossas atividades com a parceira Box Joanninha, que *surgiu de uma paixão por brincadeiras feitas a mão e construídas pelas próprias crianças. Muitas vezes, temos a ideia e não temos o material necessário e outras vezes, temos o material, mas não sabemos o que fazer com eles. Com o Box Joanninha, seremos facilitadores e incentivadores da criatividade e curiosidade nas brincadeiras em família. *Anna & Piu

💕 Para quem ainda não sabe, a Box Joanninha foi criada em 20 de maio de 2013 e a Dona Maricota Feliz foi uma das primeiras parceiras da empresa, pois em Junho do mesmo ano iniciamos a apresentação das Box.
Foram várias apresentações, cada uma delas com 3 atividades. 
💕 1ª foi sobre #FestaJunina, 
💕 2ª foi sobre as #Cores, 
💕 3ª foi sobre #InstrumentosMúsicais
💕 4ª foi uma bela parceria entre OMO e Box Joanninha, assim construímos os #Perfumadinhos, 
💕 5ª foi sobre #AventurasnoAcampamento
💕 7ª foi sobre #InsetosdeJardim 
💕 E agora recebemos a 8ª com #ShowdeTalentos

💕 Agora vou ter que justificar antes mesmo de escrever sobre a última box recebida, pois não tenho fotos registrando o momento da confecção, pois enquanto eu tomava banho, Cecília e o pai dela construíram os instrumentos. Segundo ele, ela fez praticamente tudo sozinha. Na verdade, isso foi ótimo, pois significa que desperta mesmo a curiosidade da criança. 💕

Recebemos a Box Joaninha e logo a Cecília quis abrir, pois como toda a criança, ela não podia esperar pra abrir depois, necessitava ser naquele momento!
Deixei ela abrir e pedi para que esperasse para fazermos juntas mais tarde, mas...💕
💕 Os materiais para os três instrumentos sugeridos no encarte vem identificados, separados, furados, cortados e nas medidas corretas.
Vejam como ficou depois de pronto: 💕

Microfone:
💕 Papel Alumínio, Papel Laminado, Roletê, Barbante, Durex, Bola de Isopor, Palito de Dente.
Tamborim:

💕 2 Pratinhos de Papelão furadinhos, Fitas Matalóides, Guizos, Araminhos, Canetinhas.
Gaita:

💕 Palitos de Picolé, Atilhos/Elásticos, Palito de Dente, Tira de Cartolina.


💕 Viram só que fofura. Que facinho! Super bacana pra criança. Cecília adorou e a primeira música que cantou foi "LéliGou, LéliGou..." 💕

Não deixem de visitar o site e fazer logo sua assinatura, é super prático, rápido e barato. Confiram www.boxjoanninha.com.br

Agora, corre lá no IG da @donamaricotafeliz e participa do #Sorteio de uma #BoxJoanninha 💕



Beijinhos e boa sorte!

A História do Algodão


Sempre que preciso fazer uma postagem sobre os produtos que recebo, gosto de fazer alguma referência sobre a história dele e do algodão ainda não tinha feito.
Justo dele, que tem um papel tão fundamental em nossas vidas, que está presente no nosso dia a dia de maneira tão agradável.
Acompanhe agora uma breve pesquisa que fiz sobre história, características, período do ciclo algodoeiro, produção, fim do ciclo, curiosidades. (Fonte: AQUI )

Ciclo do Algodão no Brasil

Período do Ciclo do Algodão

O Ciclo do Algodão no Brasil ocorreu entre a segunda metade do século XVIII e começo do século XIX. Neste período, a produção de algodão era quase toda voltada para o mercado externo, principalmente para a Inglaterra, que passava pelo auge da Revolução Industrial Inglesa. Portanto, o algodão brasileiro foi muito usado como matéria-prima para a indústria têxtil britânica.

Vale ressaltar que, nesta época, o algodão não era o único produto da economia brasileira. A economia era diversificada, embora centrada na produção de gêneros agrícolas.

Neste período, a principal região produtora de algodão do mundo era o sul dos Estados Unidos, cuja quase totalidade da produção também era destinada à indústria têxtil inglesa.

Principais características

- Utilização, principalmente, de mão-de-obra escrava africana nas fazendas produtoras.
- Cultivo em grandes propriedades rurais (latifúndios).
- Produção voltada quase que totalmente para o mercado externo, principalmente para Inglaterra.
- A principal região de produção de algodão no período era o Maranhão. A Companhia Geral do Comércio do Grão-Pará e do Maranhão, criada em 1756, era a principal “empresa” responsável pela produção, obtenção de mão-de-obra escrava africana e comercialização do produto na Europa. O Ceará também se destacou na produção de algodão nesta fase.

Fim do ciclo

Com o avanço da cultura do café, a partir do começo do século XIX, o algodão deixou de ser um dos principais produtos exportado pelo Brasil. Porém, vale ressaltar que o cultivo e beneficiamento do algodão não deixaram de ser importantes atividades econômicas no Brasil. Até hoje, o cultivo de algodão é muito importante na economia brasileira.

Você sabia?

- Atualmente, os maiores produtores de algodão do mundo são: China, Índia, EUA, Paquistão e Brasil.
- Grande parte do algodão produzido no Brasil, nos dias de hoje, é exportada. Os maiores compradores (importadores) do algodão brasileiro são: Indonésia, Coreia do Sul, Malásia e China.
- Os principais estados brasileiros produtores de algodão na atualidade são: Mato Grosso do Sul, Bahia, Paraná, Goiás, São Paulo, Minas Gerais e Piauí.

Fonte: AQUI 

Agora vou mostrar um pouco da história do algodão aqui em casa:

Chaveiro de Coelhinhos em Algodão - PAP
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Veja como fazer AQUI

Removendo o esmalte rapidinho rapidinho!
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Veja como fazer AQUI 

A Lenda do Floquinho de Algodão
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Veja como fazer AQUI

A Importância do Amor em família
Veja mais AQUI

E então pessoal, foi legal saber um pouquinho mais sobre o algodão e alguns dos seus usos?
Na segunda parte da postagem eu direcionei para o lado pedagógico, já que é minha área de atuação profissional, mas ainda teremos mais postagens falando sobre algodão. Aguardem!

Beijinhos a todos e a todas.

Agradecemos a Cotton Line que nos abastece com essa maciez, esse carinho e essa parceria!
Acessem:

Parto Normal ou Cesariana?

Para comemorar o dia das amigas gestantes, 15/08, vou reprisar um texto que escrevi ano passado para o blog Vida de Mãe da Nestlé.
Nele conto um pouco de como foram os meus dois partos. Acompanhe e deixe seu comentário.


Parto Normal ou Cesariana?



Ser mãe sempre me encantou e despertou em mim muita curiosidade. Então depois de muito planejamento familiar, “nós” engravidamos! A alegria inundou nossa vida conjugal e junto com ela vieram algumas dúvidas e algumas certezas.

Desde o principio eu sabia que seria um menino, tinha certeza que queria parto normal e que cesárea não era coisa pra mim!

Fiz todo acompanhamento pré-natal bem como manda o figurino, segui todas as recomendações médicas, caminhei muito e me alimentei corretamente.

E ao escrever esse relato, me deparo com a pressa do tempo: cinco anos se passaram, mas me lembro de cada detalhe, principalmente dos conselhos da minha obstetra quando dizia que o bebê era grande e que o parto normal poderia não ser uma boa opção. Mas minhas convicções e medo de uma cirurgia me mantinham firme no propósito de dar a luz ao meu primogênito em parto normal.

Fui muito bem assistida durante minha gestação e nunca os comentários ou colocações dos profissionais que comigo mantiveram contato me foram impostas. Pelo contrário, eles sempre sanaram minhas dúvidas e me orientaram da melhor maneira possível.

Então o tempo passou e consulta após consulta, meu pequeno grande bebê se desenvolvia tranquilamente. Apenas com alguns cuidados especiais devido a uma pequena alteração no tamanho de um dos seus rins. Mas esse é assunto para uma nova postagem.

Na última semana de gestação, foram exatas 41 semanas, fui realizar mais uma consulta e a médica falou em tom de preocupação: - Mas que bebezão! Eu só apalpo bebê nesta barriga! E você não apresenta dilatação, contração ou dor alguma, isso pode ser motivo de agonia para você ou pra ele na hora do parto.

E dito isto, solicitou a última e conclusiva ecografia. Sai de um consultório e entrei em outro com uma velocidade ímpar, daquelas que só grávidas são capazes de alcançar!

Foi muito bom poder ouvir o som do seu coraçãozinho ainda dentro de mim pela última vez e saber que ele estava prontinho para nascer e se aninhar em meus braços, recebendo meus carinhos, afagos e sustento!

“Ele está aproximadamente com 4 kg e 70gr e uns 50 cm”, disse ela ao fazer as últimas medidas e pesagens. Com uma circunferência grande de crânio, tórax e fêmur e como você não apresenta sintoma algum de parto normal poderá até existir a hipótese de parto com fórceps.

Foi neste momento que o mundo parou por um milésimo (eterno) de segundo. Esperei por longos e intermináveis minutos na sala de espera o laudo para levar até a obstetra. Recebi e voltei correndo, na mesma velocidade anterior, para o outro consultório.

Porém, ao entrar pela porta eu já estava decidida: Farei uma cesárea! Não quero sofrimento para meu bebê, não quero ficar horas num corredor gemendo de dor e querendo bater em todos que se aproximarem de mim (essa foi a ideia que me passou pela cabeça naquele momento).

“Vamos fazer o parto amanhã cedinho?”, me disse a médica.

- Não! Eu preciso explicar ao meu filho que houve uma mudança de planos e sua chegada ao mundo não será da maneira como eu vinha lhe contando nos longos e relaxantes banhos que tomávamos. Ainda preciso de um tempinho com ele. Faremos a cesárea na segunda-feira pela manhã.

Eu optei por passar o meu primeiro dia das mães com meu filho ainda em meu ventre. Foi lindo! Acordei cedinho, tomei um longo banho e lhe expliquei como tudo iria acontecer.

Recebi a visita do anestesista em casa e fui novamente muito bem orientada sobre os procedimentos da manhã seguinte.

Aquela manhã de segunda-feira estava linda! Ensolarada e quentinha, representando com clareza o tal Veranico de Maio.

Estava tranquila e muito confiante nos profissionais que me assistiriam. Estive consciente todo tempo e pude ver meu filho aparecer para o mundo com tranquilidade de um amanhecer iluminado.

Escolhi a cesárea e agradeço eternamente por isso, pois Davi nasceu com 4kg 120g, 49cm e uma volta do cordão umbilical enrolado em seu pescocinho. Teve um teste de Apgar 9 e desenvolve-se muito bem dia após dia.

Acredito no amor e respeito à decisão de cada mulher, sei que atualmente acontecem muitos protestos defendendo partos humanizados e massacrando os partos cesáreos. Mas eu não me envolvo nessas discussões e tão pouco me sinto menos mulher ou menos mãe pela escolha que fiz. Tanto que dois anos e sete meses depois dei a luz novamente a uma linda menina em um novo parto cesáreo.

Parto normal, cesáreo, humanizado, com acompanhamento de médicos ou doulas, seja qual for e como for, para mim o que importa é que seja tranquilo, desejado e muito esperado.

Os meus foram assim e o seu/s?



Beijinhos e obrigado por sua companhia.
Dona Maricota

Se as coisas fossem mães...

SE AS COISAS FOSSEM MÃES
(Sylvia Orthof)

Se a lua fosse mãe
Seria mãe das estrelas
O céu seria sua casa
Casa das estrelas belas

Se a sereia fosse mãe
Seria a mãe dos peixinhos
O mar seria um jardim
E os barcos seus caminhos

Se a casa fosse mãe
Seria mãe das janelas
Conversaria com a lua sobre as crianças estrelas
Falaria de receitas, pasteis de vento, quindins,
Emprestaria a cozinha para lua fazer pudins!

Se a terra fosse mãe
Seria mãe das sementes
Pois mãe é tudo que abraça
Acha graça e ama a gente

Se a fada fosse mãe
Seria mãe da alegria
Toda mãe é um pouco fada
Minha mãe fada seria

Se a bruxa fosse mãe
Seria mãe gozada
Seria mãe das vassouras
Da “Família vassourada”

Se a chaleira fosse mãe
Seria mãe da água fervida
Faria chá e remédio
Para as doenças da vida.

Se a mesa fosse mãe
As filhas sendo cadeiras,
Seriam bem comportadas
Teriam “boas maneiras”

Cada mãe é diferente:
mãe verdadeira ou postiça,
mãe vó, mãe tia....
Tem até pai que é “Tipo Mãe”
Esse, então, é uma beleza!

Gosto tanto dessa poesia que sei ela todinha decorada em meu coração!
Dia das Mães, Filhos, Hora do Conto, Poesia, Sylvia Orthof,

Mil beijocas pra todas nós, Dona Maricota Feliz!

HIDRATAÇÃO PELAS PALAVRAS

Casar é fácil?!

- É e não é! Do meu ponto de vista é uma questão de ponto de vista. Você aperta #daqui e #dali e faz uma festança. Todo mundo fica feliz. Eu fiquei! Minha festa de casamento foi uma graça.

Mas manter-se casado é um desafio diário. Tolerância se chama amor. Diálogo se chama amor. Paciência se chama amor. Respeito se chama amor. Tudo tem que se chamar amor em nome do amor. Mas fácil não é!

Hoje, muito próximo de completarmos 21 anos de convivência, recebi do meu #maridex essa mensagem linda que o Fabrício Carpinejar escreveu pra nós (#sqn)

HIDRATAÇÃO PELAS PALAVRAS

Fabrício Carpinejar, Poeta, Poesia, Amor, Hidratação, Família, Cléo Moretti,
Para que nos mantenhamos hidratados sempre.
Relacionamento se faz no detalhe, na pronúncia, no modo como nos comportamos longe das datas festivas e das folgas dos finais de semana. Ou se tem uma rotina apaixonada ou se é levado pela agressividade. Não identificamos o quanto perdemos inúmeras chances de delicadeza ao longo do dia. Desperdiçamos a gentileza com quem amamos.

Parece que a educação deve ser usada para os estranhos, aquele que está ao nosso lado é obrigado a aguentar grosseria, irritação, azedume, maus tratos.

Entramos no jogo de compensações: quando tristes, maltratamos; quando felizes, festejamos, e não enxergamos problema nenhum nesta alternância.

É preciso criar um mínimo civilizacional, ainda que nos dias mais trágicos, para não ferir os próximos e não destruirmos os laços com as nossas mágoas. Se seguirmos os nossos impulsos, seremos bichos. Morderemos e atacaremos com as palavras.

Ninguém desperta de bom humor (trata-se de uma lenda), o que existe é um redobrado exercício de concentração para sorrir de manhã cedo. A docilidade é uma ardilosa construção psicológica e temperamental. Maquiamos o caráter para conviver.

Generosidade, portanto, consiste em atenção lapidada, em refinada vigilância, em não ser tomado pelo impulso egoísta de que o outro tem a obrigação de nos servir e nos entender.

Só é acabar a água na geladeira que já podemos antever o temperamento de cada um na relação. É uma frase inofensiva que traduz uma gama variada de sentimentos. Por uma declaração banal e singela, já antevemos se a pessoa pretende discutir, agredir ou nos confortar.

– Você me deixou sem água? (autoritário)

– Nem água tem nesta casa! (apocalíptico)

– Esqueceu de comprar água? (acusatório)

– Esqueci de comprar água! (culpado)

– Temos que comprar água! (solidário)

– Você não presta atenção em nada! (oportunista)

– Acabou a água, vou sair para comprar! (engajado)

– Você deseja que eu morra de sede? (filial)

– Cadê a água? (curto e grosso)

– Não temos mais dinheiro para comprar água? (inseguro)

– Vamos beber água da torneira por enquanto. (conformado)

– Farei uma lista de supermercado para não esquecermos nada. (compreensivo)

Quando acabar a água, cuide também para não acabar o amor.

Publicado no Jornal Zero Hora. Revista Donna, p.32. Porto Alegre (RS), 16/08/2015 Edição 18263

Fuzuê no Galinheiro - Peça Teatral para Páscoa

Já faz muito tempo, quado ainda morava em Santa Maria, recebi um coletânea de livros pedagógicos e em um deles veio um CD com músicas e histórias especiais, próprias pra trabalhar peças teatrais com as crianças.
Trabalhei com ela algumas vezes em sala de aula e sempre foi muito divertido.

Agora, na escola onde estou trabalhando, sugeri as professoras do meu grupo de educação infantil, encenarmos para as crianças na Páscoa deste ano. Elas toparam \ õ /

Então fui procurar o texto já digitado e não encontrei pra copiar, por esse motivo tive que digitá-lo nos seus mínimos detalhes.

e como super boazinha, resolvi compartilhar com todo mundo para que ao procurarem, achem o texto já pronto. Afinal, se eu posso facilitar, porque irei dificultar?! Lembrando sempre que Gentileza gera Gentileza!

Este CD é parte integrante da Coleção Bem-te-li - Língua Portuguesa, de Angelina Bragança e Isabella Carpanela, Ed. FTD.

Fuzuê no galinheiro
Teatro, Páscoa, Textos, Histórias, Galinha, Coelhos, Música, Escola, Atividades Pedagógicas, Bagé, CFES,
Google imagens
Ato I

Narrador -  O galinheiro do Sítio Primavera era grande e todo cercado de tela. Na parte de fora, várias laranjeiras faziam sombra, deixando a água dos bebedouros sempre fresquinha. A casinha onde ficavam os poleiros e os ninhos era feita de madeira com telhado de telhas de barro, que tornava o ambiente aconchegante.
Costumava ser um lugar tranquilo. Mas essa tranquilidade foi abalada no dia em que Caipira encontrou no meio dos sacos de ração, alguns jornais velhos. Um deles mostrava um coelho fazendo propaganda de ovos de Páscoa. Ah! Ficaram inconformadas.

Caipira – _ Vejam este anúncio! Só dá coelho na Páscoa!

Narrador – As galinhas ficaram agitadas. Andavam de lado para o outro, soltando penachos pelo ar. Cacarejavam assim:

Galinhas –
Có, có, có, có. Có, có, có, có.
Justiça para as galinhas!
Estamos vivendo um drama.
Nós botamos ovo e o coelho leva a fama!
Cocococodé! Cocococodé!
Queremos mais respeito!
Desse jeito não dá pé!
Cocococodé! Cocococodé!
Queremos mais respeito!
Desse jeito não dá pé!

Carijó – _ E as músicas que costumam cantar nessa época, vocês já ouviram:
Coelhinho da Páscoa,
Que trazes pra mim?
Um ovo, dois ovos, três ovos, assim.
_ Ouviram? Ovos! Ovos! Ah! E Coelho bota ovo?

Galinhas –
Cocococodé! Cocococodé!
Queremos mais respeito!
Desse jeito não dá pé!

Carijó - _ Ficaria mais justo se fosse assim:
Galinha da Páscoa,
Que trazes pra mim? (Aí, sim!)
Um ovo, dois ovos, três ovos, assim.

Narrador – D’Angola, que estava comendo milho na gamela, também reclamou:

D’Angola –  _ Tô fraca! Tô fraca! Tô fraca! E quando falam da gente... ouçam:
A galinha magricela.
E bota um, e bota dois e bota três.
A galinha magricela...
_ Pode?!

Legorne - _ Galinha Magricela?! Hã! Vou para o bebedouro. Preciso tomar um pouco de água para me acalmar.

Carijó – _ Tenho algo a propor, companheiras. Ouçam! Vamos fazer greve! Vamos parar de botar ovos!

Galinhas – _ Concordamos! Vamos parar de botar ovos! É isso mesmo!

Caipira – _ Só assim irão nos valorizar. Chega de exploração!

Polaca - _ Não sei, não... Parar de botar ovos... Isso vai dar um quiproquó...

Narrador – Resolvidas, as galinhas passaram o dia no maior tititi, quero dizer, no maior cococó.

Ato II

Narrador – No final da tarde, as galinhas foram ciscar no terreiro, perto das laranjeiras. Algumas bicavam laranjas maduras caídas no chão, outras, pequenos grãos. Dona Filó, a cozinheira, entrou no galinheiro para recolher os ovos. Passou de ninho em ninho, mas ovo, nem sinal. Só o que viu foi muita palha espalhada. Pegou a vassoura que estava encostada num canto e, resmungando, varreu o cimento.

Dona Filó – Ué! O que deu nessas galinhas? O que está acontecendo por aqui?
Está chegando a Páscoa.
Preciso de ingredientes pra fazer meus quitutes e deixar todos contentes.
Procurei em todos os ninhos, mas ovo que é bom, nada!
O que há com essas galinhas? Hum!
Já estou preocupada.
Preocupada, é claro que sim.
Se não tiver os ovos, o que será de mim?

Narrador – Lá do terreiro, as galinhas ouviram tudo.

Carijó – _Ouviram isso? Agora, vão nos dar valor!

Narrador – O galo não estava se sentindo muito à vontade com essa situação. Ele não fora consultado sobre a greve. Procurou se consolar com seus amigos.

Galo
Cococoricó! Todo mundo sabe, sou o chefe do terreiro, sou o chefe do terreiro.
Se queriam entrar em greve, se queriam entrar em greve.
Teriam que me avisar primeiro.
Cococoricó! Todo mundo sabe, sou o chefe do terreiro, sou o chefe do terreiro.
Se queriam entrar em greve, se queriam entrar em greve.
Teriam que me avisar primeiro.
Galo, Pato e Peru
Cococoricó!
Glu! Glu! Glu!
Quá! Quá! Quá!
Cococoricó!
Glu! Glu! Glu!
Quá! Quá! Quá!
Galo –         
Greve no galinheiro.
Que história mais maluca!
Acho que essas galinhas ficaram lelé da cuca.
Greve no galinheiro.
Que história mais maluca!
Acho que essas galinhas ficaram lelé da cuca.
Galo, Pato e Peru
Cococoricó!
Glu! Glu! Glu!
Quá! Quá! Quá!
Cococoricó!
Glu! Glu! Glu!
Quá! Quá! Quá!
Galo –         
Greve no galinheiro.
Que história mais maluca!
Acho que essas galinhas ficaram lelé da cuca.
Greve no galinheiro.
Que história mais maluca!
Acho que essas galinhas ficaram lelé da cuca.

Narrador – Ouvindo isso, as galinhas não deixaram por menos.

Galinhas
Era só o que faltava, pedir-lhe opinião.
Galo nem bota ovo...
Essa não! Essa não!
Era só o que faltava, pedir-lhe opinião.
Galo nem bota ovo...
Essa não! Essa não!
Cocococodé! Cocococodé!
Queremos mais respeito!
Desse jeito não dá pé!
Cocococodé! Cocococodé!
Queremos mais respeito!
Desse jeito não dá pé!
Polaca – _ Isso vai dar um quiproquó...

Ato III

NarradorDona Filó voltou no dia seguinte. Procurou no ninho da Carijó, nada! No ninho da Caipira, nada! Até o ninho da Garnisé estava vazio.

Dona Filó – _ Nossa Senhora! Sem ovos, como é que eu vou fazer?
Bombinhas recheadas, tortinhas carameladas.
Muito doce pra criançada!
Em fatias ou às colheradas,
Deixam as boquinhas bem lambuzadas.
Deixam as boquinhas bem lambuzadas.
São quitutes de todo jeito:
Bolos, pudins, empadinhas.
Bolos, pudins, empadinhas.
Mas sem ovos, nada feito.
Será que deu preguiça nas galinhas?
Não tem ovo nem pra broa.
Só faltam dois dias pra Páscoa.
Não tem ovo nem pra broa.
Vou correndo avisar a patroa.
Polaca – _ Isso vai dar um quiproquó...

Carijó – _ Cale esse bico, Polaca!

Polaca – _ É que eu não estou conseguindo segurar...
Có, có, có! Có, có, có!
Isso é que é sofrimento.
Estou sentindo que vou botar um ovo a qualquer momento.
Có, có, có! Có, có, có!
Acho que vai escorregar...

GalinhasPois trate de segurar!!

Ato IV

Narrador – A notícia da greve se espalhou e chegou às enormes orelhas do coelho Joca, que resolveu ver de perto o que estava acontecendo.

Legorne – _ Olhem só quem está chegando! É o folgado do coelho: _ Tem olhos vermelhos e pêlo branquinho.

CaipiraHunf! Às vezes cinzento ou até malhadinho.

LegorneNa Páscoa fica importante e por todos é lembrado. Vocês acham isso certo?

GalinhasNão achamos! Está errado!

Legorne De ovo, não entende nada, mas, agora, só se fala dele. Isso é uma injustiça!

GalinhasVamos falar com ele!

Joca – _ O que está acontecendo? Ouvi umas coisas que custei a acreditar. Acho que vocês estão mal informadas.

Carijó – _ Mal informadas? Pois, sim, senhor Símbolo da Páscoa!

Joca – _ Sou apenas um dos Símbolos. Represento a fertilidade. Afinal, nós coelhos nos reproduzimos em grande quantidade. Vocês já viram quantos filhotinhos nascem de uma só coelha?

Galinhas – Hum...

Joca – _ E o ovo é o outro símbolo da vida. Isso, porque deles nascem muitos bichinhos.

Galinhas – Hum...

Joca – _ E tem mais. Há muito tempo e muitos anos, na Páscoa, costumava-se presentear as pessoas com ovos de galinha cozidos e pintados com tintas coloridas.

Carijó – _ Quer dizer que, antigamente, os ovos de Páscoa eram de verdade?

Joca – _ Isso mesmo! Com o passar dos anos é que foram substituídos por ovos de chocolate, que, junto com as tortas, bolos e biscoitos, fazem a festa da Páscoa.

Legorne – Cococodé... Cococodé... Não sabíamos de nada disso.

Joca – _ Vamos, acabem logo com essa greve. Botem seus preciosos ovos. A maioria das receitas precisa deles para ficar gostos.

Narrador – Imediatamente as galinhas se reuniram e resolveram acabar com a greve.

Carijó
Essa foi, seu coelho, uma boa explicação.
Resolvemos botar ovos e acabar com a confusão.
Essa foi, seu coelho, uma boa explicação.
Resolvemos botar ovos e acabar com a confusão.
É hora de voltar pros ninhos! Quero ver quem bota primeiro!
Somos também importantes nesta data e o ano inteiro!
É hora de voltar pros ninhos! Quero ver quem bota primeiro!
Somos também importantes nesta data e o ano inteiro!

Narrador – Polaca não esperou nem mais um minutinho. Foi a primeira.

Polaca –_ Cocococodé! Cocococodé! Aqui está a minha contribuição. Ufa!

Narrador – Naquele dia, a produção de ovos foi fantástica. E a festa da Páscoa... um sucesso!

Galo Cococoricó! Cococoricó!
PeruGlu! Glu! Glu!
Galo Cococoricó! Cococoricó!
PatoQuá! Quá! Quá!
Galo Cococoricó! Cococoricó!

Todos – 
Cococodé! Cocococdé! Cocococdé! 
Acabou-se o fuzuê! Todos nós desejamos Boa Páscoa para você!
Acabou-se o fuzuê! Todos nós desejamos Boa Páscoa para você!


Depois eu mostro a filmagem pra vocês!
Beijocas

Chaveiro de Coelhinhos em Algodão - PAP

Vida de mãe blogueira que trabalho fora de casa não é moleza não! Esse post era pra ter sido publicado antes da páscoa 2015, mas não foi possível :(
Mas a ideia é tão fofa que não poderia deixar de publicar mesmo assim!

Eu desejava fazer um mimo especial para as minha equipe professoras, algo que fosse feito por mim, com todo carinho e dedicação.
Teria sido mais fácil comprar, mas não iria satisfazer meu ego de poder dizer #euquefiz

Fiquei alguns dias pensando em como fazer, pois queria fazer com algodão, aqueles de Bolinhas Coloridas da Cotton Line, a minha parceria querida.

Finalmente a ideia veio e os materiais que usei foram esses: Bolas de Algodão Colorido Cotton Line, Saquinhos de Sacolé, Argolas para Chaveiro, Retalhos de Fitas Mimosas que vou guardando, pois como diz minha mãe "quem guarda tem!".

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Coloquei apenas duas bolinhas coloridas de algodão Cotton Line dentro de cada embalagem de sacolé.
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Sem amarrar, passei a embalagem pelo orifício da corrente do chaveiro,
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Não podia faltar meu cafezinho Santa Monica...
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Faber Castell está sempre presente nos meus momento de arte e criação.
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As hastes Flexíveis Cottom Line foram usadas para fazer as patinhas e rabinho do meu coelhinho para chaveiro. Usei duas hastes e meia e uma florzinha de biscuit.
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Para as orelhas, torci a sobra do saquinho, coloquei a haste flexível com a marca de dobra no meio e colei com cola quente.
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Amarrei uma fitinha mimosa um pouco acima do meio para marcar a cabecinha do coelho.
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Patinhas e rabinho coladas com cola quente
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Colei o rabinho bem na pontinha do saquinho para dar um arremate legal.
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Para fazer o arremate da frente, colei uma florzinha de biscuit.
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O rabinho, colei também com cola quente. Lembrando que foi só uma pontinha de haste flexível.
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Prontinho, ops, ainda falta fazer o rostinho :)
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Desenhei com a caneta para retro projetor Faber Castell
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Claro que eu não iria entregar sem uma embalagem especial, toda produzida no espirito da páscoa.
As marcelas foram colhidas pela minha sogra no caminho de Santa Maria para Bagé, na estrada mesmo!
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Entreguei para cada professora um coelhinho feito com muito amor e carinho, acompanhados da mensagem escrita por uma das diretoras franciscanas que mais admiro.

Páscoa!

Páscoa é ressureição. Ressureição é Vida Nova que brota de dentro pra fora.
Páscoa é nascer cada dia para os desafios da vida, uma vida que se torna esperança para quem está desanimado e descrente das possibilidades do Novo.
Páscoa é Aleluia, é Luz, é Certeza de que Ele está vivo e está no meio de nós para sempre.
Páscoa é recomeçar sempre de novo. É continuar acreditando no resgate do que se perdeu e continuar acreditando que é possível vencer a morte.
Páscoa é o amanhecer do terceiro dia, o dia da surpresa da Ressurreição.
Páscoa é encontrar o túmulo vazio e ouvir a voz do anjo que diz: “Por que buscais entre os mortos Aquele que vive?”.
Páscoa é acreditar na Vida, Vida Plena, Festa Total, Aleluia para sempre. Jesus venceu as trevas e a morte. Ele está na luz, Ele é a luz e nos quer com Ele nesta Festa.
Você é convidada ressuscitar com Jesus. Mude de vida. Lute pela paz e pelo bem, afinal Ele realmente ressuscitou.
Feliz Páscoa pra você.
Ir. Valderesa Moro
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Mas ainda não terminou!

O mais belo de tudo, foi o momento super especial de criação. Meus filhos queridos estavam participando dos detalhes e esse foi um dos melhores momentos na criação deste coelhinho. agradeço a parceria da Cotton Line que me desafia todos os meses e me aproxima ainda mais dos meus filhos.
Confiram as tentativas, erros e acertos dos nossos protótipos:

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Boa semana pra todos!
Beijinhos da mamãe maricota!

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